30.1.11

There ain't no

 lover like the one I've got
he* and I and a brand new start
I gotta give all my love!

 ;)


brand new start
eu só me queria de volta
por um segundo

apenas, tudo isso

Tu es plus facile à faire qu’à comprendre et tomber, je n’ai pas pu te prendre
Partir trop loin de toi, j’ai voulu te manquer à tes yeux fins d’exister

Et au sud de mes peines, j’évolue loin de toi
pour couvrir mon cœur d’une cire un peu noire
Que tous les regards lancés à mon égard,
J’ai tenté de voler loin de toi
J’ai tenté de voler loin de toi
 
É mais fácil acompanhá-lo pela cidade, em nossa grande fuga.
E eu, deitada naquela cama, contemplo o que eu te dei da minha vida.


Et au sud de mes peines j’évolue loin de toi
pour couvrir mon cœur d’une cire un peu noire
Que tous les regards lancés à mon égard,
J’ai tenté de voler loin de toi
J’ai tenté de voler loin de toi


                              coeur de pirate

29.1.11

...a saudade saúda minha solidão
acena aos tempos em que o ar era todo manhã
canta-me o sol rabiscado e risonho 
meus joelhos eram claros, pequenos
meus cabelos virgens
a virgindade era me uma celebração...


2008 outro tempo.

27.1.11

O vento passa a rir, torna a passar,
Em gargalhadas ásperas de demente;
E esta minh’alma trágica e doente
Não sabe se há-de rir, se há-de chorar!

Vento de voz tristonha, voz plangente,
Vento que ris de mim, sempre a troçar,
Vento que ris do mundo e do amar,
A tua voz tortura toda a gente!…

Vale-te mais chorar, meu pobre amigo!
Desabafa essa dor a sós comigo,
E não rias assim!… Ó vento, chora!

Que eu bem conheço, amigo, esse fadário
Do nosso peito ser como um Calvário,
E a gente andar a rir pela vida fora!!…



florbela espanca

25.1.11


 what are you waiting for?

I won't sleep tonight
Here we go again
~~

7.1.11

"Long time to see but I always thought us two would be serious
I was looking around town, thinking the same as you
I'm far gone but your long distance call
And your capital letters keep me asking for more


It's never been like that!!..."


phoenix

granfinale *

7.1.11

O sentimento oposto ao seu nome presenteado é doloroso.
Agressivamente doloroso.
Capitu! Feliz e serena com o peito salpicando a imagem que lhe vêm à mente:
 da discórdia desleal que surge das sombras, 
dos instintos tão bem reconhecidos por ela, mas que partem agora a percorrerem outro peito:
o de seu mascarado: Capitu!


...assim lhe agradeço.

6.1.11

Cesto de Camélias - Henrique Pousão

IV

" ...a eternidade, esse invisível que olhamos"

III

"E depois, chuva de verão...

Sabem o que é uma chuva de verão?
Primeiro, a beleza pura rompendo o céu de verão, esse temor respeitoso que toma conta do coração, sentir-se tão irrisório no próprio centro do sublime, tão frágil e tão repleto de majestade das coisas, siderado, agarrado, radiante pela munificencia do mundo.
Em seguida, caminhar por um corredor e, de repente, penetrar num quarto de luz. Outra dimensão, certezas que acabam de nascer. O corpo já não é uma ganga, o espírito habita as nuvens, a força da água é dela, dias felizes se anunciam, num novo nascimento.
Depois, como as lágrimas, as vezes, quando são redondas, fortes e solidarias, deixam atrás de si uma longa praia lavada de discórdia, a chuva, no verão, varrendo a poeira imóvel é para a alma das criaturas como uma respiração sem fim.

Assim certas chuvas de verão se implantam em nos como um novo coração que bate em uníssono  com o outro."

II

As irmãs Munakata- Ozu*

"...e aqui está a chave do filme:
Setsuko: A verdadeira novidade é aquilo que não envelhece, apesar do tempo.

A camélia sobre o musgo do tempo, o violeta dos montes de Kyoto, uma xícara de porcelana azul, essa eclosão da beleza pura do centro das paixões efémeras, não é osso que nos todos aspiramos? E não é isso que nós, Civilizações Ocidentais, não sabemos alcançar?
A contemplação da eternidade do próprio movimento da vida."

I

"às vezes, porém, a vida nos parece uma comédia fantasma. Como tirados de um sonho, olhamos os outros agir e, gelados ao verificarmos o dispêndio vital requerido pela manutenção de nossos requisitos primitivo, perguntamos com espanto o que restou da Arte. Nosso frenesi de caretas e olhadelas nos parece de repente o cúmulo da insignificância, nosso pequeno ninho tão macio, fruto de endividamento de vinte anos, parece um ultimo costume bárbaro, e nossa posição na escala social, tão duramente conquistada e tão eternamente precária , parece de uma grosseira inutilidade. Quanto à nossa descendência, nós a contemplamos com um olhar novo e horrorizado porque, sem as vestes do atruismo, o ao de se reproduzir parece profundamente deslocado. Restam apenas os prazeres sexuais; mas, arrastados no rio da miséria primal, eles vacilam da mesma forma, pois a ginástica sem o amor não entra no quadro de nossas lições bem aprendidas.
A eternidade nos escapa."


Renée-A elegância do Ouriço

5.1.11

the time was keen to erase all  you

sob o céu nu, nu

fim.
quase me esqueço da ação semi-consumada no ano chegado.
animalidade prazerosa, e não esperada.





3.1.11

bipolaridade desmedida


a beleza talvez esteja em meu optimismo ingénuo...
 alimento pra alma realista
      que se diz
sonhadora.

1.1.11

1.1.1

vai começar!!
posiciono-me ao caminho sonhado
.
Num suspiro eu salto
e caio na realidade futura
que me aguarda...

a espera nunca foi tão doce...
e a vida, tão mais feliz!

e me flagro...

em pensamento, respirando você!