e vomita-me para fora do mundo
maldito mundo!
não lhe pertenço, nunca o pertenci
acreditava estar no nosso nós, enquanto via
a sua silhueta sob meus olhos fechados.
Do que sei agora? o que sabia?
um sem rosto, como disseste
qual importância de ver e estar, determinados tempos de sintonia
o nós afogou-me
e tem me feito escrava, iludida
podre sentido que guiava o salto
a queda não é bruta
Poderia eu saber dos malefícios?
tão humana como tu
por qual caminho queres seguir com tua verdade?
diga-me
tenho andado, serenamente com teu nome nos olhos
e a boca seca, infértil.
A que se dirige um sentimento não mais desejado? onde o deposito?
Tantos a lamentar tamanho descuido, tantos o suplicam
tenho-o no peito, tatuado em pele e seda, o teu nome
O que queres mais que minha voz proclame? senão que o amo, e desejo e espero e amo e desejo...
como um mantra diabólico, vislumbro em sonho as tuas asas
Tenho em mim,
o seu sorriso mais lindo, ímpar
quero exilar-lhe, sentimento desordenado
que me flagela, amargura
e subtrai sob sua existência, a minha
.