Ela é mais sentimental que eu
Então fica bem
Se eu sofro um pouco mais
"Se ela te fala assim, com tantos rodeios, é pra te seduzir e te
Ver buscando o sentido daquilo que você ouviria displicentemente.
Se ela te fosse direta, você a rejeitaria."
28.12.11
27.12.11
Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E o abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah ! Eu quero amor, o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de mãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah ! Como esse bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda a ternura que eu quero te dar
<3
26.12.11
25.12.11
Quando eu voltar..
..pretendo deixar tudo em ordem, enfileirar os sonhos jogados ao chão, e reconstruir o mural, que em tempestade desformou a vista e sentimentos escondidos na poeira das fotos...
Aguardo meu regresso.
Aguardo meu regresso.
23.12.11
16.12.11
1.12.11
me pergunto se ainda havia tempo em vê-lo
e sei que a resposta e seu peso só a mim afetará em tamanha dor
não cabe o lamento dos 'eu te amo' não ditos
nem dos abraços, de saudades apertadas
tenho em mim essa aguda dor e o choro
... e me permito chorar, por hoje
embora carregue em mim todos os sóis
de nossas férias, desejos, sonhos, planos...
ah senhor Sérgio, sempre aprontando...
isso não ia de mudar, logo agora (:
Te amo Vô ♥
1.12.11
30.11.11
29.11.11
415
As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais.
O meu mundo imaginário foi sempre o único mundo verdadeiro para mim.
Nunca tive amores tão reais, tão cheios de verve, de sangue e de vida como os que
tive com figuras que eu próprio criei. Que leais! Tenho saudades deles porque, como
os outros, passam...
dO livro do desassossego
24.11.11
e passa.
anseio por uma clara ideia, que se fixe, como um golpe, restituindo desesperanças e contornando o caminho cinza de meus ânimos tão desolados.
espero, que surja
desespero emergente, que me teça em novas e calorosas buscas, de um amanhã.
Por enquanto
O coração não sabe
que se forme sob meus olhos, e no peito essa fragmentação
sentimento disforme
que se molda, no hoje
uma doce e possível primavera
anseio por uma clara ideia, que se fixe, como um golpe, restituindo desesperanças e contornando o caminho cinza de meus ânimos tão desolados.
espero, que surja
desespero emergente, que me teça em novas e calorosas buscas, de um amanhã.
Por enquanto
O coração não sabe
que se forme sob meus olhos, e no peito essa fragmentação
sentimento disforme
que se molda, no hoje
uma doce e possível primavera
Uma forma cómoda de travar conhecimento com uma cidade é procurar saber como se
trabalha, como se ama e como se morre. Na nossa pequena cidade, talvez por efeito do
clima, tudo se faz ao mesmo tempo, com o mesmo ar frenético e distante. Quer dizer que as
pessoas se entediam e se dedicam a criar hábitos. Nossos concidadãos trabalham muito,
mas apenas para enriquecer. Interessam-se principalmente pelo comércio e ocupam-se, em
primeiro lugar, conforme sua própria expressão, em fazer negócios. Naturalmente,
apreciam prazeres simples, gostam das mulheres, de cinema e de banhos de mar. Muito
sensatamente, porém, reservam os prazeres para os domingos e os sábados à noite,
procurando, nos outros dias da semana, ganhar muito dinheiro. À tarde, quando saem dos
escritórios, reúnem-se a
uma hora fixa nos cafés, passeiam na mesma avenida ou instalam-se nas suas varandas. Os
desejos dos mais velhos não vão além das associações de boulomanes’, os banquetes das
amicales2 e os ambientes em que se aposta alto no jogo de cartas.
Dirão sem dúvida que nada disso é característico de nossa cidade e que, em suma, todos os
nossos contemporâneos são assim. Sem dúvida, nada há de mais natural, hoje em dia, do
que ver as pessoas trabalharem de manhã à noite e optarem, em seguida, por perder nas
cartas, no café e em tagarelices o tempo que lhes resta para viver. Mas há cidades e países
em que as pessoas, de vez em quando, suspeitam que exista mais alguma coisa. Isso, em
geral, não lhes modifica a vida. Simplesmente, houve a suspeita, o que já significa algo.
a peste-camus
trabalha, como se ama e como se morre. Na nossa pequena cidade, talvez por efeito do
clima, tudo se faz ao mesmo tempo, com o mesmo ar frenético e distante. Quer dizer que as
pessoas se entediam e se dedicam a criar hábitos. Nossos concidadãos trabalham muito,
mas apenas para enriquecer. Interessam-se principalmente pelo comércio e ocupam-se, em
primeiro lugar, conforme sua própria expressão, em fazer negócios. Naturalmente,
apreciam prazeres simples, gostam das mulheres, de cinema e de banhos de mar. Muito
sensatamente, porém, reservam os prazeres para os domingos e os sábados à noite,
procurando, nos outros dias da semana, ganhar muito dinheiro. À tarde, quando saem dos
escritórios, reúnem-se a
uma hora fixa nos cafés, passeiam na mesma avenida ou instalam-se nas suas varandas. Os
desejos dos mais velhos não vão além das associações de boulomanes’, os banquetes das
amicales2 e os ambientes em que se aposta alto no jogo de cartas.
Dirão sem dúvida que nada disso é característico de nossa cidade e que, em suma, todos os
nossos contemporâneos são assim. Sem dúvida, nada há de mais natural, hoje em dia, do
que ver as pessoas trabalharem de manhã à noite e optarem, em seguida, por perder nas
cartas, no café e em tagarelices o tempo que lhes resta para viver. Mas há cidades e países
em que as pessoas, de vez em quando, suspeitam que exista mais alguma coisa. Isso, em
geral, não lhes modifica a vida. Simplesmente, houve a suspeita, o que já significa algo.
a peste-camus
21.11.11
Pergunte ao pó
cresce a vida
cresce o tempo
cresce tudo
e vira sempre
esse momento
cresce o ponto
bem no meio
do amor seu centro
assim como
o que a gente sente
e não diz
cresce o tempo
cresce tudo
e vira sempre
esse momento
cresce o ponto
bem no meio
do amor seu centro
assim como
o que a gente sente
e não diz
cresce dentro
leminski
19.11.11
7.11.11
ottoottoottootto
Belezas são coisas acesas por dentroTristezas são belezas apagadas pelo sofrimento
3.10.11
e tens me feito pensar e pensar...
os dias dos quais se aproximam a partida
tua chegada, efusivamente feliz
me faz pensar, pensar, pensar
como algo programado sistematicamente
porém no involuntário fazer, penso logo como sinto
então pura semântica
é o sentir que da ação tem me feito pensar
em ti
2.10.11
ao caso, você sabe...
vai que se materializa, o meu sonho dourado
vai que me espera com boas notícias, o inesperado
eu vivo a sorrir
(cruzando nossas linhas soltas, num laço...)
26.9.11
s tu d ar
tequerotequerotequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero tequero
curita linda!
25.9.11
johnson...
Situação número um,
é aquela quando apenas começa
mas evidentemente é muito tarde
Situação número dois,
é aquela que só tem uma chance para você
é aquela que é controlada pelo residente do ódio
Situação número três,
é aquela que ninguém vê,
todos dispensam frequentemente como um destino
Situação número quatro,
aquela que deixa você querendo mais
Que tenta você com sua isca
é aquela quando apenas começa
mas evidentemente é muito tarde
Situação número dois,
é aquela que só tem uma chance para você
é aquela que é controlada pelo residente do ódio
Situação número três,
é aquela que ninguém vê,
todos dispensam frequentemente como um destino
Situação número quatro,
aquela que deixa você querendo mais
Que tenta você com sua isca
jack- situations
isso assim, ta quase
.. mais pra direita! mais um pouco! pra esquerda um pouquinho... devagar.... mais em baixo
(:
isso, assim
aí, bem aí, meu coração
(:
24.9.11
19.9.11
você sabe
Aqui está minha vida - esta areia tão clara
com desenhos de andar dedicados ao vento.
Aqui está minha voz - esta concha vazia,
sombra de som curtindo o seu próprio lamento.
Aqui está minha dor - este coral quebrado,
sobrevivendo ao seu patético momento.
Aqui está minha herança - este mar solitário,
que de um lado era amor e, do outro, esquecimento
cecília meireles
11.9.11
10.9.11
Salve à todos que vieram da luz do sol que te cerca
Reze por aqueles que se foram da luz do sol que te cerca
Salve à qualquer coisa que você tenha encontrado na luz do sol que te cerca
Finja que todas as coisas boas são para você
Finja que todas as coisas boas são para mim também
E que o clima mude, não somente no meio do caminho entre a minha e a sua casa
Reze por aqueles que se foram da luz do sol que te cerca
Salve à qualquer coisa que você tenha encontrado na luz do sol que te cerca
Finja que todas as coisas boas são para você
Finja que todas as coisas boas são para mim também
E que o clima mude, não somente no meio do caminho entre a minha e a sua casa
Hail to Whatever You Found in the Sunlight that Surronds You - Rilo Kiley
9.9.11
7.9.11
Me gustas tú
Que voy a hacer, je ne sais pas.
Que voy a hacer, je ne sais plus.
Que voy a hacer, je suis perdu.
Que horas son, mi corazón...
Que voy a hacer, je ne sais plus.
Que voy a hacer, je suis perdu.
Que horas son, mi corazón...
Me gusta correr, me gustas tú.
Me gusta la lluvia, me gustas tú.
Me gusta volver, me gustas tú.
Me gusta marijuana, me gustas tú.
Me gusta colombiana, me gustas tú.
Me gusta la montaña, me gustas tú.
Me gusta la noche...
manu chao *-*
6.9.11
5.9.11
...She holds a smile
Someone will hold the crying child
And everybody asks what became of you
Your heart was dying fast
And you didn't know what to do
Cath, it seems
That you live in someone else's dream
In a hand-me-down wedding dress
On the arm of a man you detest
But you said your vows
And you closed the door
On so many men
Who would have loved you more...
And everybody asks what became of you
Your heart was dying fast
And you didn't know what to do
And whispers that it won't last
Were running down the pews
Because my heart was dying that fast
I would have done the same as you
I would have done the same as you
...
DCFC
4.9.11
(:
toda beira é final de dois
eu deixo tudo sempre pra fazer mais tarde
e assim eu caminho no tempo que bem entender
afinal faz parte de mim ser assim.
mais um pouco e vai dar sinal
brinco de esconder
caminho de fé
não vou mais só no que a vida me traz
vida que é doce levar o caminho é de fé
diga que eu não vou
onde você for vida me leva
e todo sentimento me carrega
eu deixo tudo sempre pra fazer mais tarde
e assim eu caminho no tempo que bem entender
afinal faz parte de mim ser assim.
mais um pouco e vai dar sinal
brinco de esconder
caminho de fé
não vou mais só no que a vida me traz
vida que é doce levar o caminho é de fé
diga que eu não vou
onde você for vida me leva
e todo sentimento me carrega
camelinho
2.9.11
O que guardo num baú tão rico e precioso. O que tenho sob a retina esculpida em nome. Os ares, sabores de um tardio adeus que não terminam em mim. Não posso. Esse peso que torneia a espinha, e corcunda-me a alma. Os pés sós, tristes. Não posso. Esse vazio, agudo, agudo, agudo num espelho infinito, reflete-me em espirais, formam-te. Não posso. Falha voz que cala no auge da frase, que um eu te amo te quero poderiam transparecer, o real. Não posso. A memória de um mar triste, eternizado. Não posso ver outros mares, não mais verei sem a memória, que não falha. Não posso. Num aborto, tirar-lhe assim, em tamanho horror, desumanidade, credulidade. Não posso, livrar-te a imagem que em mim vive. Não posso o segundo apagar-lhe no pra sempre. Que pra sempre, sempre que posso, lembrar-te-ei
Eu tentei tudo...
Eu tentei tudo
Eu tentei de tudo
Não funciona
Não, não, não
O meu, o meu
O meu refrigerador não funciona!
Eu tentei de tudo
Não funciona
Não, não, não
O meu, o meu
O meu refrigerador não funciona!
31.8.11
soul One
... Should of never taken the time
'Cause I found myself living a lonely lie
You said, you left to find yourself
But I never, no I never got the chance to say good-bye
She was my soul one I though she was.......
'Cause I found myself living a lonely lie
You said, you left to find yourself
But I never, no I never got the chance to say good-bye
She was my soul one I though she was.......
Blind Melon
30.8.11
29.8.11
28.8.11
Ei, você mesmo
não que se importe
não que se lembre
não que seja, o que jamais seremos novamente...
presta atenção
vÊ
é só saudade
que bate
é só
não que a sinta
não que a tenha
não que me guarde, ainda
ainda
o tenho, em mim
não que eu queira
não que eu me lembre,
de esquecer
não existem mais palavras
ditas
não há desejo
nem os perdidos, mudos
não há voz
não há
nada, o nada que ligou e manteve
há de haver
a lembrança
ténue, simples
que retome em saudade novamente
e me liberte
desse amargo sabor
de uma morte
um aborto26.8.11
Quintana M.
Voa um par de andorinhas, Fazendo verão. E vem uma vontade de rasgar velhas cartas, velhos poemas, velhas contas recebidas. Vontade de mudar de camisa, por fora e por dentro… Vontade… para que esse pudor de certas palavras? Vontade de amar, simplesmente.
Por que escrever?
Só o artista sabe que o mundo é uma criação subjetiva, que é preciso escolher, selecionar. A obra é a concretização, a encarnação do seu mundo interior. Ele espera impor sua visão pessoal, partilhá-la com os outros. Se não atinge esta última finalidade, o verdadeiro artista persiste assim mesmo. Os poucos momentos de comunhão com o mundo valem esse sofrimento, pois finalmente esse mundo foi criado para os outros como um legado, como um dom destinado a eles.
Também escrevemos para aprofundar o nosso conhecimento de vida. Para atrair, encantar e consolar. Escrevemos para acalentar nossos amantes. Para degustar em dobro a vida: no momento preciso e retrospectivamente, na sua lembrança. Escrevemos, como Proust, para tornar as coisas eternas e para nos convencermos de que elas o são. Para podermos transcender nossa vida e alcançarmos o que existe além dela. Escrevemos para aprender a falar com os outros, para testemunhar nossa viagem ao labirinto. Para abrir, expandir nosso mundo quando nos sentimos sufocados, oprimidos ou abandonados. Escrevemos como os pássaros cantam, como os primitivos dançam seus rituais. Se você não respira quando escreve, não grita, não canta, então não escreva porque sua literatura será inútil. Quando não escrevo, meu universo se reduz; sinto-me numa prisão. Perco minha chama, minhas cores. Escrever deve ser uma necessidade, como o mar precisa das tempestades – é a isto que eu chamo de respirar.
Anais Nin
Também escrevemos para aprofundar o nosso conhecimento de vida. Para atrair, encantar e consolar. Escrevemos para acalentar nossos amantes. Para degustar em dobro a vida: no momento preciso e retrospectivamente, na sua lembrança. Escrevemos, como Proust, para tornar as coisas eternas e para nos convencermos de que elas o são. Para podermos transcender nossa vida e alcançarmos o que existe além dela. Escrevemos para aprender a falar com os outros, para testemunhar nossa viagem ao labirinto. Para abrir, expandir nosso mundo quando nos sentimos sufocados, oprimidos ou abandonados. Escrevemos como os pássaros cantam, como os primitivos dançam seus rituais. Se você não respira quando escreve, não grita, não canta, então não escreva porque sua literatura será inútil. Quando não escrevo, meu universo se reduz; sinto-me numa prisão. Perco minha chama, minhas cores. Escrever deve ser uma necessidade, como o mar precisa das tempestades – é a isto que eu chamo de respirar.
Anais Nin
24.8.11
23.8.11
por favor senhor
meu coração, encharcado
tem sob os olhos, nova perspectiva
cante mais alto!
quem sabe, ele não o ouvirá
seja apenas, paciente, pois
há chagas...
nada que não se cure em mesma dose
outra essência
nova
ânsia
de verdade
como lhe disse:
'...requer certa habilidade...'
saberá como proceder
estou aqui
como você
senhor arlequino...:3
hei de me lembrar do frio, roçando a espinha, tomando conta
você
numa ânsia em fugir
que dita-nos um futuro, desejado
juntos, quem sabe?
agradeço-lhe o calor
o cuidado
olhos Portinarianos
mal vistos
mal compreendidos
sem tua presença, como seria?
à lamentar-me um renascimento, um final?
à consolar-me em memórias vagas, vãs?
à relembrar-me fantasmas e vozes?
deixemo-nos no passado
o teu, o meu
temos o presente
sem tua presença, como seria?
à lamentar-me um renascimento, um final?
à consolar-me em memórias vagas, vãs?
à relembrar-me fantasmas e vozes?
deixemo-nos no passado
o teu, o meu
temos o presente
(riso longo, que toma o peito, em silêncio
silêncio)
há
o silêncio
e me olha, quente
pequeno arlequim, que me toca
pequeno arlequim, que me toca
o vejo, nu
quente
e me tens toda
e me tens toda
perto
onde não havia
vida
há tempos
22.8.11
is true?
Nada consigo fazer
Quando a saudade aperta
Foge-me a inspiração
Sinto a alma deserta
Um vazio se faz em meu peito
E de fato eu sinto
Em meu peito um vazio
Me faltando as tuas carícias
As noites são longas
E eu sinto mais frio.
Procuro afogar no álcool
A tua lembrança
Mas noto que é ridícula
A minha vingança
Vou seguir os conselhos
De amigos
E garanto que não beberei
Nunca mais
E com o tempo
Essa imensa saudade que sinto
Se esvai
Quando a saudade aperta
Foge-me a inspiração
Sinto a alma deserta
Um vazio se faz em meu peito
E de fato eu sinto
Em meu peito um vazio
Me faltando as tuas carícias
As noites são longas
E eu sinto mais frio.
Procuro afogar no álcool
A tua lembrança
Mas noto que é ridícula
A minha vingança
Vou seguir os conselhos
De amigos
E garanto que não beberei
Nunca mais
E com o tempo
Essa imensa saudade que sinto
Se esvai
peito vazio - Cartola (:
(tão bonito a dor
vista de fora
cantada aos assobios
em risos)
21.8.11
20.8.11
o nós engoliu-me
e vomita-me para fora do mundo
maldito mundo!
não lhe pertenço, nunca o pertenci
acreditava estar no nosso nós, enquanto via
a sua silhueta sob meus olhos fechados.
Do que sei agora? o que sabia?
um sem rosto, como disseste
qual importância de ver e estar, determinados tempos de sintonia
o nós afogou-me
e tem me feito escrava, iludida
podre sentido que guiava o salto
a queda não é bruta
Poderia eu saber dos malefícios?
tão humana como tu
por qual caminho queres seguir com tua verdade?
diga-me
tenho andado, serenamente com teu nome nos olhos
e a boca seca, infértil.
A que se dirige um sentimento não mais desejado? onde o deposito?
Tantos a lamentar tamanho descuido, tantos o suplicam
tenho-o no peito, tatuado em pele e seda, o teu nome
O que queres mais que minha voz proclame? senão que o amo, e desejo e espero e amo e desejo...
como um mantra diabólico, vislumbro em sonho as tuas asas
Tenho em mim,
o seu sorriso mais lindo, ímpar
quero exilar-lhe, sentimento desordenado
que me flagela, amargura
e subtrai sob sua existência, a minha
.
maldito mundo!
não lhe pertenço, nunca o pertenci
acreditava estar no nosso nós, enquanto via
a sua silhueta sob meus olhos fechados.
Do que sei agora? o que sabia?
um sem rosto, como disseste
qual importância de ver e estar, determinados tempos de sintonia
o nós afogou-me
e tem me feito escrava, iludida
podre sentido que guiava o salto
a queda não é bruta
Poderia eu saber dos malefícios?
tão humana como tu
por qual caminho queres seguir com tua verdade?
diga-me
tenho andado, serenamente com teu nome nos olhos
e a boca seca, infértil.
A que se dirige um sentimento não mais desejado? onde o deposito?
Tantos a lamentar tamanho descuido, tantos o suplicam
tenho-o no peito, tatuado em pele e seda, o teu nome
O que queres mais que minha voz proclame? senão que o amo, e desejo e espero e amo e desejo...
como um mantra diabólico, vislumbro em sonho as tuas asas
Tenho em mim,
o seu sorriso mais lindo, ímpar
quero exilar-lhe, sentimento desordenado
que me flagela, amargura
e subtrai sob sua existência, a minha
.
Acrilic on canvas
É saudade, então
E mais uma vez
De você fiz o desenho mais perfeito que se fez
Os traços copiei do que não aconteceu
As cores que escolhi entre as tintas que inventei
Misturei com a promessa que nós dois nunca fizemos
De um dia sermos três
Trabalhei você em luz e sombra
E era sempre, Não foi por mal
Eu juro que nunca quis deixar você tão triste
Sempre as mesmas desculpas
E desculpas nem sempre são sinceras
Quase nunca são
Preparei a minha tela
Com pedaços de lençóis que não chegamos a sujar
A armação fiz com madeira
Da janela do seu quarto
Do portão da sua casa
Fiz paleta e cavalete
E com lágrimas que não brincaram com você
Destilei óleo de linhaça
Da sua cama arranquei pedaços
Que talhei em estiletes de tamanhos diferentes
E fiz, então, pincéis com seus cabelos
Fiz carvão do baton que roubei de você
E com ele marquei dois pontos de fuga
E rabisquei meu horizonte
E era sempre, Não foi por mal
Eu juro que não foi por mal
Eu não queria machucar você
Prometo que isso nunca vai acontecer mais uma vez
E era sempre, sempre o mesmo novamente
A mesma traição
Às vezes é difícil esquecer:
"Sinto muito, ela não mora mais aqui"
Mas então, por que eu finjo
Que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim
Não foi desse jeito
Ninguém sofreu
É só você que me provoca essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito"
E "não-te-esqueças-de-mim"
E mais uma vez
De você fiz o desenho mais perfeito que se fez
Os traços copiei do que não aconteceu
As cores que escolhi entre as tintas que inventei
Misturei com a promessa que nós dois nunca fizemos
De um dia sermos três
Trabalhei você em luz e sombra
E era sempre, Não foi por mal
Eu juro que nunca quis deixar você tão triste
Sempre as mesmas desculpas
E desculpas nem sempre são sinceras
Quase nunca são
Preparei a minha tela
Com pedaços de lençóis que não chegamos a sujar
A armação fiz com madeira
Da janela do seu quarto
Do portão da sua casa
Fiz paleta e cavalete
E com lágrimas que não brincaram com você
Destilei óleo de linhaça
Da sua cama arranquei pedaços
Que talhei em estiletes de tamanhos diferentes
E fiz, então, pincéis com seus cabelos
Fiz carvão do baton que roubei de você
E com ele marquei dois pontos de fuga
E rabisquei meu horizonte
E era sempre, Não foi por mal
Eu juro que não foi por mal
Eu não queria machucar você
Prometo que isso nunca vai acontecer mais uma vez
E era sempre, sempre o mesmo novamente
A mesma traição
Às vezes é difícil esquecer:
"Sinto muito, ela não mora mais aqui"
Mas então, por que eu finjo
Que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim
Não foi desse jeito
Ninguém sofreu
É só você que me provoca essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito"
E "não-te-esqueças-de-mim"
legião.
Assim, o principezinho, apesar da sinceridade do seu amor, logo começara a duvidar dela. Levara a sério palavras sem importância, e isto o fez sentir-se muito infeliz.
“Não devia tê-la escutado”, confessou-me um dia, “não se deve nunca escutar as flores. Basta admirá-las, sentir seu aroma. A minha perfumava todo o meu planeta, mas eu não sabia como desfrutá-la. Aquela história das garras, que tanto me irritara, devia ter-me enternecido...”
Confessou-me ainda:
“não soube compreender coisa alguma! Deveria tê-la julgado por seus atos, não pelas palavras. Ela exalava perfume e me alegrava... Não podia jamais tê-la abandonado. Devia ter percebido sua ternura por trás daquelas tolas mentiras. As flores são tão contraditórias! Mas eu era jovem demais para saber amá-la”
O pequeno príncipe
19.8.11
18.8.11
17.8.11
my talking bird...
though you know so few words.you're on infinite repeat.like your brain can't keep up with your beak.
your kept in an open cage so your free to leave or stay.sometimes you get confused.there's a hint that I'm trying to give you.
the longer you think the less you know what to do.
it's hard to see your way out when you live in a house in a house.you don't realize that the windows were open the whole time.
oh, my talking bird.though your feathers are tattered and furled.i'll love you all your days'till your breathe leaves your delicate frame.
it's all here for you as long as you choose to stay...it's all here for you as long as you don't fly away.
now, always and forever ;)
13.8.11
moments
Come on love
Let's forget about all the things that we've done wrong
Just remember all of the things that we've done right
I'm in no mood to argue and I'm in no mood to fight
So let the tears pass you by
Don't you cry, don't you cry, don't you cry
And I ain't gonna let this big world get me down
I gotta learn to keep a hold of my head and keep my feet on the ground
Moments of ecstatic happiness
And the moments of stress that we had better forget
But love, I gotta feeling that I've said it all before
I said it before
I say I'll never do you wrong but then I go and do the same again
I don't know why, don't know why
Don't know why, don't know why, don't know why
We gotta learn to share these moments in our lives
And never let it get us down, we gotta put up a fight
Moments to remember all our lives
From the first brief hello to the last good-bye
the kinks
Let's forget about all the things that we've done wrong
Just remember all of the things that we've done right
I'm in no mood to argue and I'm in no mood to fight
So let the tears pass you by
Don't you cry, don't you cry, don't you cry
And I ain't gonna let this big world get me down
I gotta learn to keep a hold of my head and keep my feet on the ground
Moments of ecstatic happiness
And the moments of stress that we had better forget
But love, I gotta feeling that I've said it all before
I said it before
I say I'll never do you wrong but then I go and do the same again
I don't know why, don't know why
Don't know why, don't know why, don't know why
We gotta learn to share these moments in our lives
And never let it get us down, we gotta put up a fight
Moments to remember all our lives
From the first brief hello to the last good-bye
the kinks
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