20.9.10

na primeira linha deve-se dizer de forma objectiva e clara como o amor é grande
na segunda, os pesares até o real momento
na terceira talvez, alguns perdões perdidos na esfera do orgulho e ressentimento
quarta é a cheia de virtude e carinho, da qual me flaga em teus braços
quinta é teu dia de nascer
e todos, os dias teus são dos meus a maior felicidade.
meu amor!

23-07

17.9.10



de raspão o destino
presenteou-me com a doçura
e na ternura mostrou-me o caminho

seguir em paz tornou-se o lema
ao lado de quem do riso encharcava-me o peito
e na promessa do conhecer, tão belo o fruto
presenteou-me sem nenhum espreito

Teu maior presente, foi de surpresa a entrega
de tanto amor já não mais esperado
e quando não mais em espera, do riso pudesse ser superado
roubou-me o coração, com a pureza, sem anseio exagerado

ah que dos dias me fiz 
mais feliz!
quando em horários a alegria se infiltrava pelos teus sons
o desconhecido alimentava-me o encanto
toda a musica, sabor e tom
despediam-me o pranto
que do mais tempo em espera, não o quis

"sim, fui mais feliz
toda a doçura em entrega verdadeira
da qual meu peito se aquieta, cala-se
em tua presença mais que perfeita"

teu carinho é o fruto mais belo
do qual  em distancia no mais intimo tocou
que dádiva conhecer a quem
presenteou-me com um tão bem
que no peito um flagelo curou

~~~~~~

:)

16.9.10

15.9.10

Noite azul em cima do céu
Noite azul em cima de mim
Desapareceu fora da janela
Eu com minhas mãos
Escondidas debaixo de meu rosto
Eu penso no meu dia
Hoje e ontem
Eu vesti meu pijama azul
Fui direto pra cama
Eu levanto as cobertas macias
Fecho meus olhos
Eu escondo minha cabeça debaixo das cobertas
Um Pequeno Duende me Encara
Corre para mim mas não se move
Do lugar - Ele
Um Duende encarando
Eu abro meus olhos
Tiro a casca fora
Me alcance e confira (Se eu não Tenho)
De volta novamente e tudo está bem
Ainda há algo faltando
Como todas as paredes




sigurrós

14.9.10

o real sabor


uma descoberta!

seres saprófilos
vermes do podre desejo de ser
são do furor e maior inexistência
indiferença
dançam Às sombras do Teu vomito
que ri ao libertares de tua boca infernal
e teu ser que não és nada
somente,
fruto da podridão!

13.9.10




adeus...
vomito o teu tempo, teu sabor e tua essência que apodrece.
teu querer já é homogéneo e não o tê-lo é um prazer
meu mágico vislumbre de vida não caberia em teus quadrados pés
nem se fosse da pureza a tua substância
estaria à desejar a maldade e a dor
e toda a inconstância e temor

sei que de amor não faltou-lhe a loucura, e a cegueira lhe fez cair
sei que a doação total, foi presente
mas,esquecer-se tu mesmo
e deixar-me à dádiva
foi a falha, a ferida
tua dor, muda cega e cálida

seja.assim
as asas repousam
e te observam ao longe
sabendo que do divino
pode provar
o ardor

where you come from my love?