30.1.12

..e havia tanto medo

Não vale mesmo a pena não...
Se eu choro é por causa de você
Se eu deixo os dias passarem assim
É porque perdi a vontade de viver
Alegre ou triste o que é que vai mudar em mim
Se você ainda quer estar
Nos dias que já passaram, não sei
Mas sobrou pra mim
Permaneço aqui estático
Não vale mesmo a pena não
Levantar e ver

                                                                                                       mombojó

28.1.12

(:

Está tudo bem :)

27.1.12

23 de janeiro de 2012




:)

Dois pontos,

na outra linha, parágrafo, travessão:

 - Eu o amo.

(Foi o que pensou em dizer. Mas não foi preciso a audácia, tuas palavras ja lhe corriam pelos olhos, abertos.)

III

16 de janeiro de 2012
Acordada ainda. Permaneço com os olhos fechados. A TV muda canta um rock distante e o som vazio que nada diz me canta triste. Tentarei dormir nos próximos minutos, tentarei. Ouvindo os outros acordarem, despreguiçando o corpo, contorcendo os dedos nos olhos para um novo dia de nada novo. Novo dia pro velho tempo que percorre o rosto novo. Preciso rever meus sentidos. Preciso de banhos longos de animo e reconstituição. Preciso de algo que julguei ser amor. Preciso do que no meu vazio viverá. Quero apenas as vontades sinceras, estas que movem montanhas e derrubam dores. Quero um amor. Quero uma amanhã com duas manhãs radiosas.

II

 16 de janeiro de 2012

Preciso de vontades verdadeiras
Desejos surreais e incontroláveis
Que corrompam minha racionalidade infantil
Preciso de motivos, desafios
Preciso de amor

(...)
Preciso dormir
A mente já falha não se apodera da exatidão dos sentidos, palavra seca e oca, abrupta pobre palavra, órfã palavra, infrutífera, infértil... palavra que o coração não sente, insensível sob palavras errôneas e desconexas... palavras


Repulsa

(...)


Quero sossego
Quero paz

Paz

Paz

Preciso dormir

Em paz



retrocessos sentimentais, demonstrações atemporais.. I

 7 de janeiro de 2012

Uma desalinha de forma cores
Tateações abstratas que o tato digere
A palavra cuspida no poço da inquietação
Frases bonitas de construções desconexas
Incoerência concisa beleza obliqua em Iris sutil
Vermelhos saltos em oxigênio plangente
Flutuantes
Flutuantes
Desejo e memória
Um beijo de adeus?

hoje

4.1.12



2.1.12

2012