acordo com o nó na garganta
o nó de costume
depois do mesmo sonho que ando a perseguir
Tantos sentimentos e emoções pulsando inda
que demoro segundos a me recuperar
O sonho tem a carga pesada, de ser sonho
mas um alívio tranquilo do despertar
O nó de costume
é das coisas que não sei, não vi, não sei se vi
o que pode ser real do sonho que nos leva todas as noites?
O que se pode captar?
Uma mente que os constrói como mosaicos
num filme dadaísta com luzes e amores
Um dilema saber
Bom é sentir
Sonhar é bom
Amar
melhor ainda