26.11.12

À desesperada morte


A doce e desvirtuosa moça que se aproxima à minha solidão é deselegante deveras,
 falante deveras, não  percebe sua incoveniência, sua chata persistência,
de me fazer companhia
de me gelar a alma, enegrecer o dia
e me deixar sob seus efeitos
tirar me a calma e a alegria...

Não tenho preça guria!
Hoje não, quem sabe um dia..
mas hoje, Não.