4.6.12

Boca seca

E hoje eu termino de enterrar a imagem angelical, delicadamente construída sob a idéia de amor.
E hoje Eu cuspo, grito, soco esse arco iluminado que veio lhe retendo sob minha vista, meu sub consciente, meus passos poucos pela cidade. Essa sua imagem.
Apago com borracha, onde as marcas me rasgam a sã consciência de uma duvida nunca resolvida, uma palavra jamais saída, da boca fria e fina que me flagela- nesse silêncio febril
Nessa saudade que dura! afinca! mastiga!

Eu digo até breve,
Amor.